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É justamente por isso que a Libertadores de 2010 vale tanto. O Inter quer se tornar inquestionável. Quer ser um sinônimo definitivo de clube vencedor.
- Temos que aproveitar. É um momento único – resumiu D’Alessandro.
O momento é propício para a confiança. Em uma Libertadores acidentada, o Inter parece crescer na hora certa, agora sob o comando de Celso Roth. Passar pelo São Paulo, mesmo com derrota, foi o teste de fogo para um elenco que ficou no limiar da alegria e da decepção em 2010. Agora, chega o teste final.
- O peso da responsabilidade, tanto dos jogadores como da comissão técnica, é do tamanho da Libertadores. Qual o tamanho que tem ser campeão da América? É grande, não é? Pois a responsabilidade é grande também – comentou o técnico Celso Roth.
O Inter não gostou muito da ideia de jogar em um campo sintético. Mas teve que aceitar. Foram dois dias de treinamentos no Omnilife para os colorados se habituarem à maior velocidade do jogo e a uma bola que parece mais rebelde, pouco afeita ao controle dos jogadores especialmente quando quica no chão.
O meia Tinga, expulso no Morumbi, é desfalque dos mais fortes para o Colorado. O técnico Celso Roth não revelou o substituto, mas é provável que o escolhido seja Giuliano, talismã vermelho, autor de quatro gols na Libertadores. Wilson Matias e Andrezinho também têm chances.
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